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Terceira Edição da Programação de Férias no MuArq desperta o interesse pela arqueologia entre famílias de MS

Com a intenção de proporcionar uma experiência educativa e envolvente, o Museu de Arqueologia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (MuArq), em parceria com o programa institucional de fortalecimento a arqueologia Trilha Rupestre, promoveram a terceira edição do evento “Programação de Férias no MuArq”. Realizada entre os dias 15 e 26 de janeiro no Memorial da Cultura e da Cidadania Apolônio de Carvalho, a iniciativa atraiu aproximadamente 250 participantes, que exploraram as riquezas da arqueologia do estado.

Para melhor atender os participantes, a iniciativa ofereceu uma abordagem adaptada para cada faixa etária. Com as crianças entre 4 e 7 anos, foi desenvolvido o tema “O Mundo Fantástico da Arqueologia”, onde tiveram a oportunidade de participar de atividades lúdicas, como o concurso de melhor fantasia de arqueólogo.

Enquanto isso, os jovens de 8 a 13 anos integraram a jornada “A Caça ao Tesouro no Museu”, uma experiência que os levou a explorar os 700 sítios arqueológicos registrados no estado, por meio da escavação e jogos de tabuleiro.

Segundo a antropóloga e coordenadora do Museu, Laura Pael,  a inspiração para a iniciativa surgiu da busca dos próprios pais por atividades educativas em 2022. “O sucesso foi tanto que a ação se repetiu em 2023 e ganhou uma nova edição em 2024″, afirma.

De acordo com aqueles que estavam presentes, a experiência foi única, deixando memórias inesquecíveis. A participante, Poliana Santos, destaca que o evento não só proporcionou diversão para as crianças, mas também criou momentos especiais de alegria para toda a família.

Trilha Rupestre aliada a divulgação da arqueologia

A Trilha Rupestre, é um programa institucional da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), responsável pelo fortalecimento entre os municípios do estado que possuem sítios arqueológicos com arte rupestre.

Com objetivo de fomentar e bioeconomia de maneira sustentável, preparar e capacitar a comunidade local, gerando a circulação de renda por meio da bioeconomia. Está dividida em sete eixos, sendo eles arqueológico, geopaleontológico, botânico, alimentos, químico-farmacêutico, arte-cerâmico e turismo.

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